Não foi amor à primeira vista... inicialmente achei a ilha do Pico muito deprimente -rochas muito escuros, pouca vegetação e pouca vida. Foi a sua história que me conquistou. A histórias dos homens que aqui têm vivido ao longo dos anos e a forma como se têm ajustado às mudanças. E foi a montanha do Pico que me conquistou. O seu cume sempre escondido e a sua figura magnifica na paisagem vista do mar!
A primeira aldeia que visitamos foi Cachorro, assim chamada devido a uma formação de rochas que se assemelha a um cão. Neste lado da ilha a maior parte das casas pertencem a imigrantes e estão fechadas grande parte do ano. A paisagem predominante são as falésias e um mar enorme e límpido.

A primeira aldeia que visitamos foi Cachorro, assim chamada devido a uma formação de rochas que se assemelha a um cão. Neste lado da ilha a maior parte das casas pertencem a imigrantes e estão fechadas grande parte do ano. A paisagem predominante são as falésias e um mar enorme e límpido.
A história dos baleeiros está muito presente nesta ilha. Visitamos a antiga Fábrica de Vitaminas, Óleos, Farinhas e Adubos, cuja matéria prima era a baleia e que foi a última fábrica portuguesa a fechar a sua actividade, hoje transformada em Museu Industrial da Baleia. Aqui é-nos contada a história das vidas que giravam em volta da caça à baleia. Os objectos utilizados, as imagens cruéis e o processo da matança. Em resumo: apesar de tudo estar muito bem apresentado e ser um dado histórico, detestei!!
Mas uma coisa temos que reconhecer: a vida daquelas gentes não era fácil e era daquilo que retiravam o seu sustento e alimentavam suas famílias.
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